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Notas sobre o Erotismo Chinês - Março, 2005



Ocasionalmente, algumas pessoas têm me questionado sobre como se daria o papel do erotismo na China. No Ocidente não sabemos quase nada sobre o assunto, e muitas vezes o que fazemos é tão somente repetir preconceitos, desenganos ou mentiras acerca deste tema tão pouco conhecido.

Os principais tipos de problemas associados a sexualidade chinesa misturam-se com uma impressão difusa que o Ocidente construiu sobre o Oriente desde o século 19. Por um lado, confunde-se a China com a Índia, e tomando por base textos muito pouco compreendidos (como o Kama-sutra), estabelece-se a noção de que estas civilizações seriam devassas, lascivas, num eterno carnaval de sensações onde tudo é permitido e as mais diversas fantasias se realizam. Ora, não precisamos muito para perceber que este é o tipo de crítica preconceituosa e mal-fundamentada. Ela se baseia na concepção de uma sexualidade restritiva e pecaminosa (ou seja, eminentemente ocidental), e por conseguinte, todo e qualquer tipo de povo que possua uma visão mais “aberta” do assunto deve ser enquadrado como libertino, pervertido – e porque não – irracional e selvagem.

Por outro lado, os acadêmicos encontraram nas mesmas Índia e China sistemas sociais complexos, onde a questão do matrimônio, do papel da mulher, e da constituição da família pareciam, por vezes, ser tão ou mais dificultosos que no Ocidente-racional. Confundindo a questão da sexualidade com a estrutura social – que não era perene, nem eterna, nem imóvel como muitas vezes pensavam – estes especialistas em culturas exóticas interpretavam sinais específicos de cada uma dessas civilizações como se fossem marcas indeléveis de sua irracionalidade. Casamentos arranjados (tão comuns na Europa!) eram vistos como uma sobrevivência primitiva ímpar; atar os pés das chinesas, com fins estéticos, uma tortura intolerável (mas espartilhos supressores de costelas, não); maridos polígamos ou mulheres poliândricas eram inaceitáveis num mundo onde o certo seria a monogamia (embora não fosse mal visto no velho continente a existência de uma amante); além disso, onde estava a arte de representar corpos, tal como os gregos criaram, que não existia na China? Podemos afirmar, ironicamente, que nus artísticos não são um problema erótico – mas sua ausência só demonstra este reincidente “atraso mental” em que os asiáticos estariam.

O que observamos, portanto, é um panorama incerto nas avaliações antropológicas que foram feitas sobre o Oriente. Trata-se antes de tudo de desvalorizá-lo, enquadrando-o em categorias que lhes são estranhas. Assim, mostrando sua incapacidade total em decidir sobre a miragem de um mundo de bizarrices erótico-selvagens ou, num outro construído sobre bases castradoras, repressivas e machistas, os ocidentais terminaram por construir experiências acidentais e quase sempre incompletas acerca do problema.

É preciso, portanto, que vejamos a questão do erotismo chinês em suas singularidades, separando-o do contexto indiano, determinado suas especificidades e buscando realizar uma análise ao máximo desprovida de preconceitos. Caso contrário, oscilaremos sempre entre a visão restritiva ou permissiva sem chegar a qualquer tipo de conclusão razoável, assegurando apenas a manutenção de nossa ignorância.

Noções básicas

De início, a China nunca concebeu o sexo como uma atividade problemática, ao contrário; ele faz parte da natureza, tal como o ato de alimentar-se, respirar ou dormir. No entanto, de uma forma ligeiramente diferente dos outros animais, o ser humano não realizaria estas atividades apenas com “fins práticos”. Obtendo uma certa consciência sobre elas, os humanos podem empregá-las de modo a obter e proporcionar prazer, desenvolvendo o potencial primário contido em cada um desses atos. Podem, igualmente, pesquisa-las e aprimorá-las, aperfeiçoando o natural.

Conseqüentemente, o erotismo chinês nunca sofreu de um problema de inibição ou repressão nos tempos antigos. Isentos da noção de pecado, os chineses não viam mal nenhum em sua prática. Imaginação, desenvoltura e disposição eram elementos bem recebidos em sua execução. Então, porque aparentemente a atividade sexual e erótica é tão pouco citada nos textos comuns? Qual seria o motivo dos chineses serem tão discretos sobre o tema, parecendo quase pudicos?

Ora, justamente pelo fato dele ser encarado de modo natural. Não sendo castrado nem pejorativo, ele não causa a conhecida “atração pelo proibido”, tão comum no Ocidente. Ele tem seu lugar próprio nas atividades cotidianas, possui sua própria literatura, é passado como um conhecimento familiar, uma experiência de vida, é devidamente ensinado por parentes ou aprendido em bordéis (que desde a antiguidade chinesa são regulamentados, taxados e pouco têm de marginais).

Não despertando então um “furor pelo desconhecido”, e nem abordado com reticências, o sexo passa a ser encarado de outro modo, que se aproxima muito mais da noção de higiene, saúde ou prática física. Pensadores diversos discutiriam a questão do sexo como uma atividade salutar ao ser humano, mas que necessitaria de um certo controle. Tal controle nada tem de ideológico, mas é, antes de tudo, fisiológico. Preocupados com as possíveis doenças que poderiam advir de uma prática excessiva ou deficitária, estes sábios da antiguidade pregavam uma utilização racional desta poderosa atividade física, visando um estímulo adequado à saúde de seus praticantes. Visão, portanto, bastante distante de um sexo apenas com fins de “procriação”.

Isso não significa que não houvesse, porém, certas conotações morais para sua realização. Deveria ser feito com consentimento mútuo, havendo ou não amor envolvido (ou seja, ele poderia ser apenas por prazer). Práticas que consideraríamos usualmente como “pervertidas” ou “incomuns” não eram concebidas como algo estranho, conquanto que desfrutassem de aprovação de suas partes. A atividade sexual só era mal vista quando realizada de modo violento, mal intencionada ou abusiva. Em geral, pois, o sexo só era um problema quando violava a individualidade.

Eis porque, ocasionalmente, a questão sexual esbarrava nos problemas familiares e nos casamentos arranjados. Buscava-se fornecer algumas noções ou literatura sobre o assunto para que os cônjuges desfrutassem de uma relação mais prazerosa, posto que haviam sido forçados a contrair matrimônio. Já existia na China antiga, porém, o divórcio para relações mal-sucedidas; além disso, as alianças familiares planejadas eram realizadas, em geral, pelas classes mais abastadas. Grande parte do povo simplesmente praticava a união comum, onde uma mulher ia habitar com seu escolhido após um rápido namoro, em geral acontecido de forma espontânea e normalmente consentido pelas famílias.

A questão fisiológica

Os chineses viam a relação entre homem e mulher como um processo de interação natural das duas essências constituintes do universo, Yin e Yang. Por conseguinte, estimular esta relação significava promover a saúde mútua, abastecer o parceiro de energia e manter a própria através de um exercício vigoroso.

Assim sendo, a prática do sexo era natural, prazerosa e altamente recomendável com remédio para vários tipos de males físicos e psicológicos. Curiosamente, alguns dos antigos especialistas no assunto aconselhavam a prática do sexo através de relações estáveis entre os parceiros, não só para obtenção de ritmo como para o fortalecimento do vínculo afetivo. Uma antiga lição, portanto, de que mesmo que o sexo possa ser considerado instrumento, ele é, também, uma forma de doação, de transmissão de sentimentos, de aperfeiçoar afinidades.

Mesmo sendo uma atividade saudável, tal como todo o tipo de exercício, o sexo necessita de uma certa regulação. Como dissemos, a questão era evitar o seu uso excessivo ou deficiente, o que implicava em extenuar as forças dos indivíduos ou esgotá-los nervosamente. Como afirma o Neijing (o conhecido Tratado Interno da Medicina Chinesa); “os antigos conservavam os seus corpos unidos às suas almas, a fim de cumprirem por completo o período de vida que lhes estava destinado, contando cem anos antes do passamento. Hoje em dia, as pessoas não são assim; utilizam o vinho como bebida e adotam a temeridade e a negligência como comportamento habitual. Entram na câmara do amor em estado de embriaguez; as paixões exaurem-lhes as forças vitais; o ardor dos desejos malbarata-lhes a verdadeira essência; não são hábeis na regulação da sua vitalidade. Devotam toda a atenção ao divertimento dos seus espíritos, desviando-se assim das alegrias da longa vida. Levantam-se e deitam-se sem regularidade. Por tais razões só chegam à metade de cem anos e degeneram” (Neijing, 1). Sofrendo da ausência de energia, uma pessoa ficaria doente ou indisposta; não se controlando, ela pode viciar-se e gerar transtornos a si mesmo ou a outros devido a sua compulsão e a uma insatisfação repetitiva. Em ambos os casos, a literatura chinesa costuma a afirmar que se trata literalmente de sexo mal realizado, geralmente causado por desconhecimento, aflição ou um propósito que não seja o bem estar mútuo. Novamente, uma lição dos antigos; aqueles que visam tão somente o prazer próprio, de maneira egoísta, nunca satisfazem nem a si, nem aos outros. Diz o Sounujing; “A causa da fraqueza dos homens está somente no fato de que aproveitam de forma abusiva de todos os caminhos do relacionamento entre os elementos feminino e masculino. Neste ponto, a mulher é superior ao homem, da mesma forma quando o fogo é apagado pela água. Se você compreende isso e sabe aplica-lo, você se parecerá com as panelas apoiadas num tripé em que são combinadas harmonicamente as cinco tendências do paladar, fazendo com que surja uma sopa deliciosa de carne e legumes. Quem está bem informado sobre os caminhos dos elementos feminino e masculino desfrutará os cinco prazeres; quem não os conhece e não segue encurtará a própria vida. Quantos prazeres e alegrias ainda podem ser desfrutados! Quem não dedicaria atenção a isso?”

Tal condição irá se refletir numa postura singular do erotismo chinês, que é o ideal do orgasmo feminino. Provavelmente única entre as filosofias de alcova que pregam este procedimento, a tradição erótica chinesa defenderá como um fato fisiológico fundamental para o sucesso de um intercurso sexual a promoção de vários orgasmos na mulher. Mais, defenderá uma postura ativa das mulheres, de modo que estas procurem os procedimentos eróticos que lhes pareçam mais agradáveis. Quanto ao homem, subverte a concepção de ser um simples dominador e torna-se num devoto do feminino. Para ser considerado como alguém bem sucedido nesta atividade, ele deve ser capaz de proporcionar o máximo de prazer possível para sua companhia. Procura, então, controlar ao máximo o seu orgasmo, evitando um desperdício prematuro de energia.

Este procedimento quanto ao orgasmo feminino baseia-se na já citada concepção cosmológica chinesa onde as energias yin e yang se engendram mutuamente. Diz Wu Xien “O Macho pertence a Yang; a peculiaridade de yang é que ele se excita facilmente, e também se retira facilmente. A fêmea pertence a Yin; a peculiaridade de yin é que ela é lenta para excitar-se, e lenta também para saciar-se”. Como o ritmo de yang (masculino) é rápido, desgasta-se prematuramente, e deve ser controlado, até atingir a culminância; quanto ao yin (feminino), demora para ser desperto, é devagar e constante, e por isso deve ser estimulado continuamente. Neste processo de trocas, o homem adquire energia yin proveniente da mulher, equilibrando o seu próprio yang e alcançando um estado de bem estar e saúde – no caso da mulher, o mesmo sistema funciona ao contrário. Além disso, o homem que busca gerar prazer para sua companheira acaba proporcionando a si próprio o mesmo (se, claro, sua consciência for de troca, e não de prazer egoísta e individual – se é que este pode existir de forma completa). Eis porque, então, a mulher é estimulada a ter uma atitude beneficamente agressiva na cama, livrando-se de uma possível subserviência cotidiana. Ela não só tem direito a este prazer como alcança-lo é um problema do casal, uma questão de bem-estar físico e mental (Chang, 1979: 90-9).

Questões sociais

Tal liberalidade no erotismo chinês sempre causou alguns transtornos para a compreensão ocidental. Se esta concepção naturalista do sexo afastou os chineses de uma série de traumas e obsessões típicas, seus desdobramentos sociais causavam um espanto tremendo ao observador incauto.

Posto que o sexo podia ser praticado por prazer e/ou por amor sem que houvesse uma necessária implicação reprodutiva, os chineses desligaram-se, bem cedo, das rédeas de uma heterossexualidade restritiva. Obviamente a relação entre um homem e uma mulher era visto como mais natural, mas os chineses compreendiam e aceitavam sem grandes constrangimentos que homens ou mulheres podiam nascer com quantidades significativas da energia oposta (yin para os homens, yang para as mulheres) em sua constituição – gerando uma atração fisiológica por alguém do mesmo sexo; ou, que podiam experimentar tipos de relação diferentes com fins pedagógicos ou por simples curiosidade.

Assim sendo, a China não conheceria a noção do homossexualismo; o ser pratica sexo com quem mais lhe convém, com quem lhe gera prazer (contanto que sejam guardadas as regras do consentimento mútuo). As pessoas são apenas criticadas quando suas condutas não condizem com sua posição e deveres sociais; ou seja, alguém que fosse corrupto seria inquirido por sua vilania com o alheio, independente de sua predileção por homens ou mulheres. Além disso, a parceria com alguém do mesmo sexo não gerava uma condição sexual perene; não existia a pecha do “homossexual”, as pessoas podem mudar de gosto ao longo da vida. Ninguém é eternamente culpado por “quebrar uma regra” (ser hetero) simplesmente porque essa regra não existe. Só existem homens ou mulheres. O resto é predileção, que pode variar, mudar de acordo com a época (ou não), mas é antes de tudo uma opção pessoal (Gulik, 2001).

Num contexto onde se podia, então, desfrutar de uma sexualidade pouco repressiva, a organização social tratava de encontrar um lugar adequado para sua discussão. Posto que as tensões sociais centravam-se comumente em outros aspectos da vida, tais como a política, o sustento particular ou o conhecimento (tal como aparece nas principais discussões filosóficas desde a época de Confúcio), o espaço do erotismo deslocava-se com naturalidade e fluidez entre o âmbito familiar e o público, difundindo-se igualmente nas artes, na literatura e nas ciências. A ausência de uma exibição ostensiva da sexualidade se dava, justamente, pela forma calma com que a questão era tratada – discutido, analisado, comentado, o sexo era conhecido o suficiente para despertar pouco mais do que curiosidade diante de imagens sensuais ou explicitamente eróticas.

Por conta disso, a produção de uma arte específica neste campo dirigia-se costumeiramente aos manuais sobre artes eróticas, destinados à educação de cônjuges ou interessados em geral (Pande, 2003). Uma passagem clássica no romance Joupu Tuan, da dinastia Ming, ilustra bem este caso: um marido, a fim de instruir e despertar o desejo por parte de sua esposa, mostra-lhe uma série de pinturas sensuais, conseguindo por fim alcançar seu intento. De fato, desde o século 18, coletâneas de literatura erótica, manuais e uma vasta coleção de textos ligados ao tema vinham sendo coletados e ajuntados em edições amplas, até que no início do século 20 um vasto Cânon de textos de sexologia chinesa foi constituído de forma enciclopédica, e lançado com o título de Shuang Mei Ching An Cung Shu.

Além disso, os textos clássicos da medicina abordavam, igualmente, o problema da sexualidade de modo bastante explícito e direto. O já citado Neijing, como vimos, foi um dos principais tratados médicos antigos (e talvez o primeiro da história da China) e já analisava a questão com clareza e objetividade técnica, instruindo o leitor sobre as vantagens e perigos da prática sexual.

Tendo por base uma tradição educacional que, por via oral ou escrita, soube proporcionar um conhecimento satisfatório sobre o tema sem lhe atribuir uma carga pejorativa os chineses conseguiram, então, estruturar seu conhecimento sobre o erotismo e sexualidade de uma forma criativa, consciente e saudável. Inseridos nesta visão de mundo que lhes era própria, entendiam a atividade sexual não como um problema, mas sim como algo que tinha o seu tempo para acontecer, que pertencia a uma parte da vida do indivíduo cujo ciclo desenvolver-se-ia na ocasião oportuna.

Conclusão

Vimos, portanto, que o erotismo chinês esteve longe de sofrer das condições asfixiantes que usualmente foram impostas ao Ocidente. De fato, apenas com a ascensão do maoísmo (no século 20) iniciou-se uma campanha repressora contra o sexo, defendendo uma série de preceitos de “moral e bons costumes” estranhos a sociedade chinesa. Homossexuais e prostitutas foram identificados, reeducados e “curados”. Em suma, parte desta tradição milenar com a sexualidade foi fortemente abalada, tendo em vista a supressão de seus aspectos positivos e negativos. De fato, nem sempre os alvos do governo marxista concentravam-se no erotismo propriamente dito, mas em práticas nefastas como o comércio de mulheres, a violência machista e também, na implementação da liberdade individual, quebrando com uma série de práticas do passado chinês que podiam ser consideradas como preconceituosas e repressivas. Tenhamos em mente, no entanto, que nem todos estes problemas eram legitimamente chineses e nem faziam parte de uma condição enraizada na sociedade; muitas das modificações (para pior) na sociedade chinesa foram inseridas e difundidas depois do século 17 com a dominação estrangeira dos Qing.

O principal aspecto, pois, deste erotismo chinês é a sua capacidade justamente em contrabalançar a possível rigidez social existente numa sociedade onde predominaria o poder masculino. Esta visão, rápida e superficial, não esclarece o potencial libertário que a sexualidade possuía, e sua ação sobre o cotidiano da civilização chinesa. Privilegiando a mulher como o centro da relação sexual, numa concepção de universo onde o prazer não é um problema, mas sim um objetivo salutar a ser compartilhado, o erotismo chinês concebe uma teorização completamente diferente daquela que asfixia a relação entre os sexos no Ocidente. Sem pecados, sem culpas, mas realizando-o com consciência e conhecimento, a China conseguiu elaborar uma visão consistente e coerente acerca da questão do sexo. Talvez, por isso, ela seja um dos países mais populosos do mundo. Eis, pois, uma sabedoria que não deve ser desprezada; posto que os problemas aos quais ela dá resposta afligem todo o mundo até os dias de hoje.

Sugestões de Leitura;

Em português, três livros bons sobre o assunto são; O taoísmo do amor e do sexo, de Jolan Chang (Rio de Janeiro, 1979), o Fang Chung Chu (Ediouro, 1998) e O Erotismo sagrado, de Cecile Sagne (Martins Fontes, 1997). O Romance Jo Pou Tuan também foi editado em português (Lisboa, 1979). Em espanhol, o clássico de Robert Van Gulik Vida sexual em la China Antigua (Madrid, 2001) é indispensável. Em francês, encontraremos uma bibliografia profícua, cujos títulos destacados são; Revê de printemps - l'art erotique chinoise (Paris, 2003); Sounujing (clássico da sexologia chinesa) (Paris, 2002); Erotique Chinoise, de Alka Pande (Paris, 2003); Le sublime discours de la fille candide - Manuel d'érotologie chinoise , por André Lévy (Paris, 2003); Erotologie de la Chine, de Woo Chang Cheng (Paris, 1963).

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